No bumba

fevereiro 11, 2009

Já pensou em anunciar na lateral do ônibus? Pois, nesse site você consegue – ou finge que consegue, basta entrar com 3 frases e o site cria o layout do seu anúncio:

bus

Inútil e divertido!

*tirado da Pix

Nada para se preocupar

fevereiro 7, 2009

E Peter, Bjorn and John acabam de lançar vídeos novo na praça. A peça mostra o cotidiano de um bando de japoneses rockabilly bem doidões e um tanto nonsense. Bem sensacional:

A música Nothing to Worry About faz parte do novo álbum do trio sueco.

*tirado do Algunas Cositas Más

PS – Vamos combinar que essa legenda que agora aparece na telinha dos vídeos do youTube é bem cafona.

Thiago Pethit @ Studio SP

janeiro 28, 2009

Hoje tem o tradicional Cedo e sentado no Studio SP e o convidado desta vez é Thiago Pethit, de quem eu já tinha falado aqui anteriormente.

Aproveitando e ensejo, resolvi fazer uma entrevistinha com o moço via MSN:

rafael diz:

hj tem show, né? vamos fazer uma entrevista pro blog?

T diz:

uepa

rafael diz:

bem, a entrevista já tá rolando

rafael diz:

como vai ser o show hj à noite? alguma surpresa?

T diz:

ah, sempre tem umas surpresinhas. as que eu posso contar são: a participação da cantora tulipa ruiz, em 3 músicas e um “ukelele” convidado para tocar minha música mais nova!

rafael diz:

vc tem sido bastante elogiado e tem tido bom retorno de mídia. quais são os planos pro futuro?

T diz:

tenho 3 clipes a caminho. 2 de animação, com o trabalho do Adams Carvalho e um sendo conversado com o Fabiano Liporoni. o lançamento do primeiro deve ser em março ou abril, junto com um “single virtual” que começo a gravar na semana que vem. e shows…muitos shows!!!

rafael diz:

vc lançou um EP recentemente e já está preparando coisa nova. vc se tornou um compositor compulsivo?

T diz:

desde que comecei a gravar o EP já estou compulsivo. haha

tive que me reprimir para não gravar tudo o que eu queria, e conceituar uma unidade para o EP, até para que continuasse sendo um EP e não um disco. eu gosto dessa idéia de discos curtos e singles, me dá a sensação de que o trabalho musical está sempre up to date com o artista, e dialoga bem com a rapidez que tudo tem hoje em dia.

T diz:

é mais rápido para fazer. e custa menos.

T diz:

e depois, tudo se disponibiliza na internet, quer queira, quer não.

rafael diz:

saquei

rafael diz:

de onde saiu aquela voz toda?

T diz:

a voz…bom…acho que ela sempre esteve aí. rs

eu nunca me surpreendi com ela.

hahah

rafael diz:

agora manda um recado pro seus fãs desse brazilzão e q lêem meu blog

T diz:

quem estiver em são paulo, apareça hoje no studio sp, as 22h…quem estiver em outra cidade, mande emails ao organizador de um evento bacana aí pedindo o meu show! hahaha

rafael diz:

valeu, fia!

pethit

Ficou curioso? Entra do MySpace do moço e aparece no Studio.

Serviço:

Cedo e Sentado @ Studio SP – R Augusta, 591.

Hoje – 28/01 – 21h.

Entrada Gratuita.

Marley & eu

janeiro 11, 2009

Marley & Eu estreou nos cinemas do mundo e anda faturando geral. Tentei ler o livro e achei uma preguiça sem fim; queria ver o filme, mas já sei o final.

marley

*tirado do Quem Mexeu no meu iPod?

Look back again

janeiro 5, 2009

Em 1965, o diretor Albert Grossman acompanhou Bob Dylan durante a passagem de sua turnê pela Inglaterra e registrou não apenas os shows do músico por lá, como também os bastidores e entrevistas em que Dylan destila um pouco da sua filosofia, seu momento criativo e a relação com jornalistas e fãs. Este registro resultou no documentário Don’t Look Back, de onde se extraiu a clássica cena em que Mr Dylan canta Subterranean Homesick Blues segurando cartazes com trechos da letra da música. Tal cena pode ser considerada o marco inicial da era videoclíptica na música popular e já foi recriada inúmeras vezes em diversas paródias e citações (há algum tempo, até fiz um post sobre isso, lembra?).

Sempre gostei muito dessa cena, mas até aí, nada de novo. Pois hoje, lendo o livro Quando Eu Era o Tal - do qual eu pretendo falar aqui assim que terminar minha leitura, mas que conta a história de um jovem aspirante a poeta que em 76 resolve ir estudar na Escola de Poetas Desencarnados Jack Kerouac – descubro que a figura de longas barbas e espécie de ‘manta’ sobre os ombros que aparece ao lado de Dylan na cena é ninguém menos do que Allen Ginsberg. Dá uma olhada:

Para os que não sabem, Ginsberg foi um dos pilares da geração beat, poeta que junto a Jack Kerouac, Neal Cassady e William Burroughs criou nos anos 50 uma corrente estética e literária da contra-cultura que pregava a liberdade e o hedonismo, logo após um longo período de guerras e que, mesmo a contra-gosto de parte de seus autores, influenciou toda a geração hippie que viria a seguir. Morto em 97, uma de suas obras mais importantes é Howl (Uivo).

allen

É Proibido Fumar

janeiro 4, 2009

O novo ano começa e surgem com ele as primeiras expectativas cinematográficas para 2009.

Uma das estréias mais aguardadas, pelo menos por este que vos escreve, é É Proibido Fumar, segundo longa-metragem de Anna Muylaerte, que havia dirigido anteriormente Durval Discos.

Neste novo filme, a diretora e roteirista volta a retratar o universo paulistano e retoma uma espécie de “classe média artística decadente”. Se em Durval, o personagem central era um resistente vendedor de vinis que se recusava a entrar na era do CD, É Proibido coloca em cena Baby (Glória Pires), uma professora de violão “empoeirada”, fumante inveterada, às voltas com suas plantas e  sua solidão. Porém, as coisas para ela começam a mudar quando ela se apaixona pelo vizinho (Paulo Miklos), um cantor de churrascaria.

Dá uma olhada no promo abaixo, que tá bem legal:

E, sabe como é, precisando dos nossos préstimos, tamos aí…

Mais um se vai…

dezembro 29, 2008

O ano acabou, quando parecia que estava só começando. Começou meio mal, mas engatou a partir do meio. Começou antes mesmo de começar, um ano de uns 13 meses. Ou começou muito depois do início, 4 meses depois de janeiro.

Rolou de tudo e de nada. Muito trabalho e pouco trabalho. Férias e “férias”. Brigas e encontros sensacionais.

Não fui à Europa, à Nova York e nem sequer à Buenos Aires, mas até que viajei bastante. Não juntei um centavo e passei alguns perrengues.

Não fiquei rico, não casei, não possuo casa própria ou renda fixa. Continuo pegando ônibus – graças a Deus. A promessa da barriga em gomos continua para o próximo ano. Andei bastante a pé. Bebi e fumei – às vezes além da conta.

Não perdi nenhum amigo. Conheci gente legal. Fortaleci amizades.  Fiz algumas piadas e provoquei algumas risadas. Cultivei boas relações de trabalho. Continuo solteiro, mas acho que ainda consigo amar.

Ouvi muita música, fui a bons shows, vi uns tantos filmes, fui a algumas (poucas) exposições. Li um pouco, mas nada de importante. Escrevi um tanto – nada de importante também, mas fico satisfeito mesmo assim.

É isso aí. Tudo igual, tudo diferente!
Até o próximo.

Ho Ho Ho

dezembro 26, 2008

Olha, Brasil, o Natal já passou, eu tava totalmente offline e acabei só abrindo alguns emails de Boas Festas agora.
Mas, recebi um tão bom que vale a pena postar aqui, mesmo que atrasado.
pisca1
Assim, nem Natal e nem Madonna passam incólumes por este pobre blog abandonado.

* valeu Fernando.

Cafonando a blogosfera

dezembro 10, 2008

Agora não tem mais discussão – blogs deixaram mesmo de ser uma mídia marginal e meio off para tomar o mainstream de assalto.
A próxima novela das 8 da Globo, escrita por Glória Perez e intitulada (sempre tenho que checar essa palavra no Google) Caminho das Índias, ambientada no país de Mahatma Gandhi, terá um personagem adolescente blogueiro que escreve sobre seu universo indiano e suas raízes brasileiras. Não só isso, a novela conta também com um blog oficial que documenta todos os bastidores da superprodução global – tal como o cinema já havia feito, lembra?
Espertamente, e contando com o poder viral da Internet, a emissora convidou 40 blogueiros a fazer uma visita ao Projac para uma coletiva com a autora, um tour pela cidade cenográfica e departamentos de produção da novela e uma espiadinha nas gravações das primeiras cenas de estúdio.
Rosana Herman, apesar de ser apresentadora da emissora concorrente, estava lá e documentou tudo em seu Querido Leitor.
É a Vênus Platinada se rendendo à mídia de guerrilha. Pena que Katylene não tava lá.

gloria-perez-eyes

- Eu sou moderna ou não sou?

Caro leitor,
pode ser que a vida até pareça uma festa, mas tenho certeza de que não é – nem a sua e muito menos a minha.

Porém, A Vida Até Parece Uma Festa é o subtítulo do documentário dos Titãs, dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves, ambos estreantes na direção de longas-metragens – o primeiro, você já deve saber, é integrante da banda que já está na estrada há mais de 26 anos; o segundo, diretor de alguns dos videoclipes dos próprios Titãs e de outros artistas.

Juntos no projeto há cerca de 6 anos, tentando dar forma e coesão a um extenso material de arquivo televisivo e imagens de bastidores captadas por Branco desde 1986, eles agora preparam o lançamento do filme, que estréia nos cinemas em 16 de janeiro.

O filme foi exibido recentemente no Festival do Rio e na Mostra de Cinema de São Paulo e apresenta em cerca de 90 minutos 42 canções que por si só contam a história do grupo paulista, em cenas preciosas como a primeira aparição na TV em um programa de calouros de 1980 na TV Tupi, quando ainda se chamavam Trio Mamão, que trazia como um dos jurados o já decadente Wilson Simonal, além das apresentações no Cassino do Chacrinha, Clube do Bolinha, sofá da Hebe, programa Barros de Alencar, o encontro com o presidente Jânio Quadros em entrevista a Marília Gabriela e outras pérolas raras.

Se você tem mais de 30, vale ver para lembrar de um certo momento da vida. Se você tem menos de 30, vale ver para perceber que a banda é muito mais do que Epitáfio e regravações de Roberto Carlos.

Mais do que um filme, o documentário musical é o retrato de uma época e de uma geração.

Agora você sabe  também o que ando fazendo e, em parte, porque este blog tem tido menos atualizações.

Testando…

dezembro 6, 2008

WordPress resolveu fazer mudança em seu ‘dashboard’ – adicionou ferramentas novas, rearranjou as coisas no lugar e criou um ‘quickpress’ para as atualizações se tornarem mais imediatas. Escrevo cá para testá-las…

Campos magnéticos

dezembro 3, 2008

Outra coisa bacana que eu ouvi recentemente – da maneira mais casual do mundo – foi Magnetic Fields, também de Nova York, porém formada em 1990 e liderada por Stephin Merritt, homem de múltiplos projetos musicais paralelos – espécie de Tatá Aeroplano americano.

A voz de Merrit é grave e muito característica e o último trabalho da banda, Distortion, do início do ano, flerta com sintetizadores e – como o nome sugere – distroções, em letras sobre amor e ambigüidade sexual.

Ouça.

magnetic-fields

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